AREIA BRANCA: POR QUE FECHAR O CENTRO CIRÚRGICO?


Uma postagem em rede social, pegou muitos areiabranquenses de surpresa. Porém, necessário é deixar patenteado, inicialmente, a veracidade ou não do tema abordado.
As cirurgias eletivas em muito têm ajudado aos potiguares que necessitam dos procedimentos médicos. E, evidentemente, não há nenhum motivo por que questionar a realização destas. Afinal, se o "X" da questão for a falta de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), ressaltar se faz necessário, e abordei o tema com um médico de vasta experiência, não se faz necessário a existência da UTI, em cirurgias de médio porte. O que é crucial, fundamental nestes casos, é o tão conhecido risco cirúrgico, que é a forma de avaliação do estado clínico e condições de saúde da pessoa que irá passar por uma cirurgia, de forma que sejam identificados riscos de complicações ao longo de todo o período antes, durante e após a cirurgia. Ou seja, o paciente submetido a este tipo de intervenção cirúrgica, passa pelo crivo de um cardiologista, que solicita o risco cirúrgico e assim aferem ou não a necessidade da Unidade de Terapia Intensiva.

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